Mamoplastia Redutora
Cirurgia indicada para mulheres com mamas grandes que causam desconforto.
Dr. Vinícius Maykeh · CRM/SP 128976 · RQE 45935
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O que é mamoplastia redutora?
A mamoplastia redutora, também chamada de cirurgia de redução das mamas, retira parte do tecido mamário, da gordura e da pele para reduzir o volume e remodelar as mamas. A avaliação considera o tamanho, o peso, a posição das aréolas, as condições da pele e o incômodo relatado pela paciente.
Pode ser considerada quando mamas volumosas estão associadas a desconforto nas costas, no pescoço ou nos ombros, marcas do sutiã, irritação da pele ou dificuldade para praticar atividades. Esses sintomas também podem ter outras causas, que precisam ser avaliadas. A cirurgia não garante eliminar toda dor.
Qual a diferença para mastopexia?
A mastopexia trata principalmente a queda das mamas e o excesso de pele. A redução também retira volume mamário e pode incluir elevação e remodelação. A quantidade retirada e a técnica são definidas individualmente, sem um tamanho final igual para todas as pacientes.
Diferenças de volume ou formato entre as mamas podem ser consideradas no planejamento. Alguma assimetria pode permanecer, pois a anatomia e a cicatrização não são idênticas dos dois lados.
Existe idade mínima ou um momento mais adequado?
A indicação depende do desenvolvimento das mamas, dos sintomas, das condições de saúde e da capacidade de compreender os riscos e os limites. Em adolescentes, a decisão exige avaliação individual e participação dos responsáveis, quando aplicável.
Planos de gestação, amamentação e mudanças relevantes de peso precisam ser discutidos. Eles podem influenciar o momento da cirurgia e alterar a forma das mamas no futuro.
Como é feita a cirurgia e onde ficam as cicatrizes?
A cirurgia remove os tecidos planejados e reposiciona a aréola e o mamilo conforme a técnica indicada. As incisões podem ficar ao redor da aréola, seguir verticalmente até o sulco e incluir uma extensão horizontal, formando um T invertido. Outras configurações podem ser consideradas conforme o caso.
A técnica depende do volume a reduzir, da pele, das proporções e das condições de circulação dos tecidos. Toda cirurgia deixa cicatrizes. A extensão e a aparência precisam ser discutidas antes do procedimento, sem promessa de que serão imperceptíveis.
Como é o preparo e a recuperação?
O preparo inclui avaliação de saúde, medicamentos, tabagismo, cirurgias anteriores e exames quando indicados. Não suspenda medicamentos sem orientação. A equipe explica os cuidados com curativos, eventual uso de drenos e sutiã cirúrgico.
Após a cirurgia, podem ocorrer inchaço, desconforto e mudanças de sensibilidade. Trabalho, direção e atividades físicas são retomados de forma gradual, conforme a evolução e a liberação médica. A forma das mamas e as cicatrizes evoluem ao longo dos meses, e os retornos fazem parte do tratamento.
Quais são os riscos e os limites?
Os riscos incluem sangramento, infecção, abertura de pontos, dificuldade de cicatrização, perda de pele ou de tecido da aréola, alterações de sensibilidade, assimetria, complicações anestésicas e trombose. Pode haver necessidade de nova intervenção.
A cirurgia pode reduzir a capacidade de amamentar. Essa possibilidade deve ser discutida mesmo quando são usadas técnicas que procuram preservar estruturas da mama. O resultado também pode mudar com gestação, variações de peso e envelhecimento.
Quais alternativas podem ser discutidas?
Sutiãs de suporte, cuidados com a pele e avaliação de outras causas de dor podem ajudar no conforto, conforme a situação. Essas medidas não têm o mesmo efeito de uma redução cirúrgica, mas podem fazer parte do cuidado. Adiar a cirurgia ou optar por não realizá-la também são escolhas possíveis.
Na consulta particular em Sorocaba, o Dr. Vinícius Maykeh avalia o impacto do volume mamário, as possibilidades de tratamento e as expectativas de cada paciente.